
De Homem a barata. Estribuchei, esperneei, mas não deu para fugir. Terei de tornar o DPZ um e-zine. Nada contra e-zines, muito pelo contrário. Pretendo até colocar muito em breve uma lista de e-zines muito competentes que leio muito, tanto de terror como quadrinhos. É um infeliz destino para uma idéia que poderia dar certo. Mas não estou tão triste assim porque tenho consciência de que só não é possível continuar como zine fixo por causa das intensas atividades mantidas pelo dono deste blog, empolgado congregador das matérias e das histórias que comporiam o DPZ de papel. Até mesmo patrocínio tínhamos.
Sem problema. Sei que terei um longo caminho sozinho, a exemplo dos meus heróis preferidos da net. Poderão ser anos e anos de trabalho silencioso até que ALGUÉM me encontre. uma longa evolução possivelmente começa neste momento. Assim, se você me lê agora, é porque pode ter recebido um e-mail meu com os textos do primeiro número. Essa é a maneira mais urgente que encontrei de permanecer em atividade. Com vocês, para a despedida do papel e deste post, mais uma homenagem aquele que foi grande e é grande.

2 comentários :
queria ler tudo isso impresso...
ass: belcanopus.
Cara, ainda quero no papel.
Mas se vai ser por aqui, vamos nessa.
:)
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